sexta-feira, 26 de agosto de 2016

sobre re: zero

       Re:Zero Kara Hajimeru Isekai Seikatsu



Enredo

Subaru Natsuki é surpreendentemente convocado para o outro mundo. Sem nenhum sinal do que fazer , ele logo faz amizade com uma menina de cabelo prateado e meio-elfa . Quando ele e a menina são misteriosamente assassinados, Subaru acorda e descobre que ele tem a capacidade de "Voltar da Morte", permitindo-lhe inverter os acontecimentos, ele recorda todos os acontecimentos quando morre, Subaru logo descobre que a bruxa que lhe deu este poder é muito terrível, nomeada de A Bruxa da Inveja (ranigoro desuka).





E Re continua sua jornada rumo ao fim de vidas. Tanto as nossas, quanto dos personagens. Após uma espécie de arco duplo onde nosso querido Barusu dividiu os espectadores de uma forma mais abrupta que o também querido Moisés, seus traços psicológicos atuais finalmente solidificaram-se num estado discernível. Aceitar as metamorfoses da psique do garoto, no entanto, continua como um exercício segmentado. Creio que alguns continuarão a odiá-lo tanto quanto encontrar feijão no pote de sorvete, já eu, desta vez, tentarei uma nova abordagem para buscar entender nosso protagonista.
Vamos ignorar as regras enfadonhas que vossa professora de literatura tentou impregnar em suas preciosas cabeças de maneira robótica, à lá Another Brick in the Wall. Começamos a comentar pelo final do episódio.
Quando chegaram ao castelo – Subaru e os restos de Rem – e aquele ser peludo enorme erigiu das ruínas, deu-se o segundo reboot do protagonista em um curto período de tempo. Mas poxa, isso, levando em análise narrativa franca, seria uma auto-sabotagem irresponsável da obra, pois rechaça e elimina o senso de urgência e perigo do universo. Ora, se Rem – ou qualquer outra personagem – morreu, Barusu pode trazê-la de volta em instantes. De fato, isso ocorre inerentemente independente do que vou lhes dizer agora, mas penso eu que o foco do autor, então, não seja gerar um mal-estar físico, e sim que depositou todos seus esforços para fazer de Re um estudo de caráter. E por caráter me refiro ao nosso ambivalente protagonista.
Então, o meio para explorar a psique humana em forma do NEET mais famoso do ano, se dá pelas suas experiências e situações vividas, Por motivos não revelados – e assumindo que a vinda do garoto para esse mundo seja mesmo da vilã, assim como seu poder de loop -, a bruxa está brincando, testando Subaru. Talvez seja por ela ter visto alguma promissora escuridão no interior de Barusu (lembrem-se de seu poder das sombras). São apenas especulações, mas é isso ou o Tappei (criador da história) é apenas um bunda mole que não tem culhões pra matar em definitivo suas criações. Eu prefiro a teoria psicológica.
E é divertido pensar na possibilidade do autor ter criado a bruxa como uma espécia de alter-ego, como se nós fossemos Barusu e ele judiasse de nossa apreensão .
E agora voltamos ao ponto inicial: aceitar as decisões do personagem é escolha individual. Eu já deixei claro que suas atitudes no 13º capítulo são indefensáveis. Amoleci de leve o coração semana passada e agora já deixei bem exposta minha opinião. Subaru está recebendo um desenvolvimento fantástico, amplamente humanizado. Isso é fato, e também não significa que você deve concordar consigo. Hitler foi humanizado em “A Queda”. Subaru não é Hitler, antes que tirem a comparação de contexto, mas suas atitudes no 13º geraram consequências indeléveis que têm dizimado e o corroído por dentro, ainda mais do que o normal, e elas são entendíveis, não perdoáveis (e também podem ser perdoáveis, caso seja seu julgamento).
Tudo isso para falar sobre as várias faces exibidas por Barusu no episódio. Da catatonia pós primeira morte, a pseudo-esquizofrenia até chegar na expressão bad-ass-mothafucka do final. Talvez perder Rem, após sua declaração de amor, estraçalhada brutalmente, tenha colocado alguns pilares de sustentação no garoto, ou ele irá continuar sua desenfreada busca por vingança pessoal de maneira precipitada. O diferencial é que se Emilia não o mostrou apoio anteriormente, e a personalidade de Barusu não possuía bom-senso para saber o mais coerente a se fazer, agora ele teve um testemunho irredutível de Rem. Como ele irá receber as palavras da demônio, não sabemos.
Os atos do rapaz continuam um mistério, e seria teimosia negar o sofrimento por qual passou, sofrimento que geraria feridas profundas no mais tenaz dos heróis, entretanto, permaneço com a esperança de redenção por sua parte, e ele precisará de um para não perder a cabeça com tanta facilidade (das duas formas possíveis de perder a cabeça).
Subaru estava tão fragmentado psicologicamente, que seu exterior partiu-se igualmente, antes da primeira morte, e ao fundo ouvimos o “você chegou tarde demais”, na mesma voz da criatura assombrosa do castelo. Sua relação com a feiticeira, se não for a própria, é eminente. Assim como o vilão da vez, vossa majestade o espalhafatoso arcebispo do culto da bruxa. Eu tenho meus receios e uma grande relutância contra esse tipo afetado, mas no contexto, funcionou pra mim. A atmosfera criada neste episódio foi fenomenal e condizente com os trejeitos do cidadão. A escuridão das cenas, aliadas à trilha sonora macabra evocou um clima lúgubre, tétrico (de morte), e por aqueles instantes basicamente esqueci-me que qualquer morte poderia ser reparada, tamanho o pavor gerado. No mínimo devemos elogiar a versatilidade de quem transita por drama, ação, comédia e terror com tamanha facilidade e esmero.
Só temo que com excesso de exposição, o palhaço me soará ridículo, a não ser que haja um trabalho estupendo da staff pra conseguir recriar este clima assombroso em cada aparição sua, o que seria um feito digno de nudes.
E agora vamos falar de Rem. Li pela internet muitos depreciando e desdenhando das razões da empregada para tamanha devoção por Subaru. Outra vez estamos no terreno da pessoalidade. Mas muito além de opinião, isso vai da empatia e experiência de cada um. O que Subaru fez por Rem foi algo até então inédito, nunca presenciado pela mesma, como um indivíduo da caverna de Platão que recebe a luz pela primeira vez após milênios de escuridão. Acho motivos suficientes. Você talvez não, paciência.
Re continua com uma trama densa, intrincada e principalmente, imprevisível. As perguntas continuam e outras são acrescentadas. O caminho conduzido é muito envolvente e proveitoso, mas o alerta permanece ligado: se não conseguirem resolver tudo de forma satisfatória, será um desperdício e tanto. Um Lost dos animes. Façam suas preces para que não termine assim.


OBG!!

FONTE: intoxianime.com

Sobre High School DxD

        A respeito de High School DxD



Enredo

Kuoh Academy  é uma antiga escola de meninas que se transformou recentemente em uma escola mista, mas tem um segredo. Desconhecida pelos seres humanos normais, anjos, anjos caídos e demônios fazem parte da população estudantil. Um desses alunos, Issei Hyodo, é um estudante humano (muito pervertido) do segundo ano que vive uma vida pacífica. Depois de um dia normal de escola, Issei de repente é pedido para passear em um encontro com uma garota chamada Yuma Amano. Após o encontro, Yuma traz Issei a um parque local e faz um pedido surpreendente. Ela se revela como Raynare, um anjo caído, e tenta matá-lo. Usando seu cartão de convocação, Rias Gremory, uma estudante do terceiro ano de seios grandes na Kuoh Academy, o revive. Issei acorda na manhã seguinte, pensando que os eventos que ocorreram foram apenas um sonho. Imediatamente depois de ser atacado por um outro anjo caído e de acordar no dia seguinte, ele percebe Rias nua em seu quarto. Ela revela para Issei sua verdadeira identidade como um demônio e diz que, como resultado de sua morte nas mãos de Yuma, o reencarnou como um demônio, tornando-se seu novo mestre durante o ocorrido.





       High School DxD foi o primeiro do género que assisti. Apaixonei-me imediatamente pela série tendo devorado três temporadas, ovas e especiais num fim-de-semana. Sim, eu sofro diariamente por não encontrar um ecchi tão bom quanto este, e portanto falar da terceira temporada do anime é algo que me magoa. Sendo uma saga com uma legião de fãs devastadora, o furor sentido para receber BorN era óbvio, e pessoalmente considero que merecido pelo trabalho bem sucedido no percurso do anime até então.


High School DxD BorN | O primeiro erro

Algo que gostava de frisar aqui é o facto das duas temporadas anteriores serem completamente baseadas na light novel, trocando isto por miúdos: o conteúdo estava pronto, era só pegar nele e acrescentar aquele barulho estranho que os seios fazem quando saltam nos animes.
BorN começou mal quando se lembraram de iniciar a história no volume 5 e irem saltitando entre o 7 e o 8, e acabarem com um filler recheado de spoilers de outros volumes da light novel.
Porquê que estou a mencionar e a dar tanta importância à light novel? A muitos de vocês isso pode até não dizer nada, apenas evidencio este facto para que compreendam que algo já estava errado. Podia ter corrido bem? Gestão inteligente, como sempre defendo, o segredo está aí. Em caso de BorN isso faltou, claramente.
Outro ponto que merece ser destacado, para quem não lê a light novel é indiferente o que eles saltam, cortam ou efetuam de forma contraditória à história original, desde que o resultado animado seja satisfatório, it’s ok. Entendo perfeitamente esse lado, contudo é injusto dizer que quem lê está ser ríspido demais na sua avaliação. Ver um manga/light novel que adoramos adaptado para uma serie animada é sempre uma notícia recebida com carinho. Nesse momento fazemos figas e esperamos que os produtores façam jus à história original.



High School DxD BorN | Um Trabalho mal Planeado

Algo positivo que BorN tem é o facto de ter ido direto ao ponto, não andou com rodeios para nos dar a conhecer o ponto de partida inicial… O panorama do anime não era desanimador, principalmente para quem adora DxD e quer conhecer mais de cada membro do clube individualmente, esta temporada oferece-nos isso.
Mas nesse parâmetro aqui começam os problemas. Como já mencionei, o facto de o anime ter reciclado apenas especificas partes da light novel fez com que muitas coisas fossem cortadas, daí a facilidade com que apreciam problemas e com que os mesmos eram selecionados de maneiras um pouco confusas.
O principal (e talvez único) sucesso do anime foram as novas personagens introduzidas. Rossweisse, Odin, Kuroka, e Loki foram novidades agradáveis, conseguiram ser abordadas de um modo coerente. Contudo o Issei continua a ser o foco da trama e apesar de ajudar Koneko, fornecer a Akeno toda a ajuda necessária e lutar com os vilões, não vemos um desenvolvimento significativo do personagem. Adoro o Issei, mas sei perfeitamente que ele continua a ser estereotipado demais, tendo de qualquer modo, comportamentos propícios a gargalhadas.
O facto de alguns personagens que “reapareceram das cinzas” não terem tido muito destaque, incomodou-me. Por exemplo, a Ravel seria uma personagem interessante de ser explorada e isso não aconteceu.
Algo que no geral também deve ser aqui apresentado: fan service. O primor de High School DxD deve-se em grande parte ao seu ecchi sem censura, e apesar disso ser um quesito que leva muitos a criticarem o anime, faz parte da sua essência e como tal esperava-se que BorN nos presenteasse com cenas bem pervertidas como outrora. No entanto, novamente a terceira temporada da nossa adorada série volta a pecar. Nos últimos episódios não houve nenhuma cena onde os seios fossem o elemento de destaque. E sim, eu gosto de fan service harcore e isso deixou-me extremamente chateada! Por um simples motivo: o anime pode ter história e peitos na mesma proporção como teve na sua temporada antecessora, High School DxD New.

A nível visual o anime nunca foi incrivelmente bem feito, não impedia ninguém do assistir contudo não era favorável a elogios. Esta temporada, talvez porque os produtores fizeram algum pacto e decidiram que “tudo tinha de ser piorado”, deram-nos de brinde cenários onde certos pormenores mal elaborados passaram completamente despercebidos numa suposta revisão de qualidade.




Na imagem acima, reparem nos olhos da personagem de cabelo preto. Realmente não é algo que condene o desenrolar o anime, longe disso. Mas não foi a único erro da season inteira e esses pequenos detalhes mostram como não houve uma verdadeira dedicação da produtora, algo que para mim já era óbvio.
A banda sonora é basicamente o mesmo. Não é espetacular, mas torna a experiência da pessoa que está assistir desagradável. Não existe muito mais a acrescentar neste parâmetro. Se piorou ou melhorou relativamente ás seasons anteriores, vai da audição de cada um.




Considerando isto tudo, vale a pena dar uma chance a High School DxD BorN?
Critiquei e mantenho a minha posição mesmo passados meses de ter assistido BorN. Para fãs da série: assistam. Tendo sempre em consideração que, não vai chegar nem perto do que New foi.  No fundo, DxD construiu e auto propôs-se a manter uma fasquia demasiado elevada, que podia ter sido atingida se não houvessem tantos problemas no seu percurso. Problemas esses, que podiam ter sido evitados. Na verdade, problemas que foram pura e simplesmente criados.
Não me entendam mal, mas a light novel é incrível. A TNK Entertainment tinha ali conteúdo PREPARADO para fazer um anime que saciasse os fãs. Não havia necessidade nenhuma de “melhorar” o anime.
Acredito numa quarta temporada e espero que seja anunciada brevemente, sendo que estou curiosa para ver que rumo vão dar ao anime depois do fillerridículo que fechou BorN.


OBG!!


quinta-feira, 25 de agosto de 2016

sobe one punch man

[ANÁLISE] ONEPUNCH-MAN – SER FORTE DEMAIS É UM SACO.

Você já parou pra pensar o que aconteceria se você a pessoa mais forte do mundo? Eu provavelmente destruiria tudo, mas e se você decidisse se tornar um heroi? E se você se tornasse tão forte, mas tão forte, que ninguém tivesse um poder que se igualasse ao seu? Parece interessante, né? Mas não é.
Onepunch-man conta a história de Saitama, um homem que vivia uma vida normal até o dia em que decidiu lutar pela justiça e treinou arduamente todos os dias até conseguir se tornar um homem capaz de derrotar qualquer inimigo com apenas um soco, e depois disso passou a viver uma vida sem graça.
Saitama é tudo que Kurilin sempre quis ser.
Um ponto muito importante que é retratado muito bem (e com muito humor) em Onepunch-man é o fato de que ser o melhor é sem graça. Uma vez que você se torna tão ridiculamente forte e não existe ninguém para tentar sequer propor um desafio à altura, você não terá motivação nenhuma. No mangá isso é mostrado através de Saitama, que mata seus inimigos com apenas um soco e não vê graça nenhuma na vida e nem mais em ser heroi, chegando ao fato de, em meio a batalhas, se preocupar com o fim da promoção.
“PQP, EU PERDI A BLACK FRIDAY!!!!!!!!11!”
Essa máxima de “sempre haverá alguém mais forte/melhor” é vista em quase todos os battles shonens. Por exemplo, Dragon Ball, onde o maior prazer de Goku é lutar contra inimigos cada vez mais fortes, apenas para provar que é o mais forte e isso continuará sendo verdade apesar das dificuldades. Essa máxima não é só vista em animes/mangás, mas também na vida.
Realmente teria alguma graça em viver se não houvesse mais nada para superar? Talvez no início sim, você ficaria apenas contemplando seu poder, mas depois de um tempo tudo se tornaria incrivelmente chato e entediante.
A mensagem passada por Onepunch-man é: ser forte é interessante, mas ser o mais forte é um saco. Pode parecer idiota, mas pense um pouco sobre a vida: qual o sentido de viver uma vida vazia sem ter nada para alcançar/superar?
Onepunch-man é um mangá novinho, é de autoria de One e Yusuke Murata e tem apenas 18 capítulos (sem contar os dois extras) até agora. É originalmente publicado em formato de webcomic, ou seja, publicado online, mas foram anunciados volumes físicos (que eu estou pensando seriamente em comprar).
Saitama e Genos, seu discípulo e versão hi-tech de Geno, do Super Mario RPG.
A arte de Murata está melhor do que nunca, é uma das artes de mangá mais bonitas e dinâmicas que eu já vi na vida. Há algumas cenas em que Murata cria uma arte sequencial que é tão incrível e te faz ter vontade de ficar vendo umas 10 vezes a mesma cena.
VEEEELHO
A história deixa pouco a desejar, apesar de não ter um plot grandioso como outros mangás, ela diverte e diverte muito, além de fluir super bem, não criando uma leitura cansativa.
Eu totalmente recomendo Onepunch-man para qualquer um. É um ótimo mangá e com certeza vai te render umas boas risadas e ocupar bastante o seu tempo, enquanto você contempla a arte de Murata. Você pode acompanhar o mangá em inglês pela Boon Scans ou em português pela Shin Sekai Scans.

sobre kanokon

A respeito de kanokon




Kouta Oyamada está no primeiro ano do ensino médio e foi transferido do campo para uma escola da cidade. Aí conhece Chizuru Minamoto, do segundo ano, de quem se torna um grande amigo. Um dia Chizuru confessa a Kouta que o ama e revela-lhe que na realidade é um espirito de raposa. Chizuru passa o tempo paquerando Kouta, o que o deixa muito embaraçado... Uma nova garota, Nozomu Ezomori, é transferida para a turma de Kouta e desde o primeiro dia revela-se muito interessada nele. Isto vai provocar um maior embaraço de Kouta e a raiva de Chizuru que agora tem uma competidora para enfrentar.

OBG!!

FONTE:http://qtanimes.blogspot.com.br

Sobre SHINMAI MAOU NO TESTAMENT

A respeito de shinmai maou no testament




"Ei, você disse que queria uma irmãzinha, né?" O estudante do colegial do 1°ano, Toujo Basara, de repente foi questionado por seu pai e entrou em estado de pânico. Em cima disso, o pai excêntrico disse que ele vai se casar novamente. Então seu pai partiu para o exterior depois de levar para Basara as duas belas irmãzinhas. Mas Mio e Maria não são humanas normais, em suas verdadeiras formas são o novo Lorde Demônio e uma sucumbus! Basara quase foi preso em um contrato de senhor e servo com Mio, mas o contrato formado ficou "invertido" por engano e Basara agora é o mestre. Além disso, Basara está sendo atingido pelas situações eróticas uma após o outra, devido ao contrato, mas a vida de Mio está sendo visada por outras tribos demoníacas e tribos de heróis! Desejo, drama e ação com o mais poderoso contratante começa!


OBG!!

FONTE :Central Shinmai Maou no Testament - Tudo sobre Shinmai maou no testament você encontra aqui!

Sobre Absolute duo

RESENHA ABSOLUTE DUO


Olá meus amores, tudo bem? eu estou vivendo uma correria danada, então, talvez eu venha demorar um pouquinho pra  postar no dia Planejado mas farei o máximo de esforço meus amores!!


Nós temos como personagem principal Kokonoe Tooru, um garoto simpático que estuda em uma escola onde as pessoas utilizam o Blaze a manifestação de uma alma em forma de arma, mas existe uma diferença entre Kokonoe e os outros, pois ele não possui uma arma e sim um escudo o que o torna exclusivo entre todos, o objetivo da escola e forma um duo uma dupla perfeita, em seu primeiro desafio todos os alunos devem lutar com a pessoa que esta ao lado, Tooru termina  desafio vencedor assim como Julie uma garota de cabelos prateados que possui uma personalidade gentil, considerada uma das  mais habilidosa.

Juntos eles acabam formando uma dupla, eles passam o tempo todo juntos inclusive dormem no mesmo quarto, o que torna as coisas mais fáceis para uma possível romance entre eles algumas cenas são bem fofas, este anime me lembrou bastante Plastic memories a semelhança entre o casal fora isso e completamente diferente pois a historia e repleta de ação e armas muito loucas o que me fez gosta bastante do anime.


Divertido cheio de comedia e nos contamos com um pouco de ecchi, existe historias lindas por trás dos personagens assim como missões, gosto bastante de anime escolar onde há diversos personagens e neste não poderia ser diferente! O anime e bem curtinho, mas espero que tenham gostado! 

OBG!!

FONTE: resenhaatual.blogspot.com.br

Sobre nanatsu no tazai

Tudo a respeito de nanatsu no taizai 






Eu estava atrás de um bom shonen para ler há algum tempo… e shonen de batalha, de ação e aventura. A principal revista do gênero, Shonen Jump, tem feito um bom trabalho trazendo títulos alternativos, mas nesse meu requerimento específico, está para nascer um novo One Piece ou Naruto. Decidi procurar fora então, fui para a concorrente, Shonen Magazine. Fiquei sabendo sobre um novo mangá, Nanatsu no Taizai, de Suzuki Nakaba, que tinha acabado de estrear e já estava sendo bem falado. Pronto, era o que eu precisava. Um mangá para eu acompanhar desde o começo na revista. Conheça agora um pouquinho de Nanatsu no Taizai, meu novo shonen de batalha preferido.

Assim que eu comecei a ler, fiquei um tanto incomodado com o protagonista. Mais um moleque super-forte que detona todo mundo mesmo sendo um completo idiota. Goku manda lembranças. É tão difícil assim fazer um shonen com um protagonista um pouco mais velho, jovem adulto, sei lá. Samurai X tá aí pra provar que dá. Mas tudo bem, continuei lendo… e o moleque não é um moleque. Ele só parece uma criança, mas é um jovem adulto. Okay, solução cretina mas tirou o gosto amargo que estava em minha boca nesse começo, mas vamos falar um pouco da história.
Meliodas, o protagonista, é o dono de um bar itinerante chamado “Chapéu de Javali” (em tradução livre). Um dia, chega a sua porta Elizabeth, uma jovem menina, claramente abatida e sem forças. Ela está em busca do grupo conhecido como “Os Sete Pecados Capitais”. Segundo a história, este grupo havia tentado um golpe de estado e matado o então Rei de Britannia. O motivo da busca é a descoberta, por Elizabeth que o Rei não foi morto pelo grupo rebelde, mas sim por seus próprios generais, que tinham como objetivo instalarem uma ditadura militar, se nomeando “Cavaleiros Sagrados”. Os únicos com poder de parar tal devastação seriam Os Sete. Quando um grupo de soldados invade o bar atrás de Elizabeth, Meliodas a protege, se revelando o capitão d’Os Sete, o “pecado da fúria do Dragão”. Ele decide então se juntar a Elizabeth, que revelou ser filha do falecido Rei, em busca de seus ex-companheiros.
Este é o cenário da história de Nanatsu no Taizai e esse é o nosso herói e nossa heroína. Ele pode se encaixar naquele clichê de personagem que aparenta ser bonzinho mas que tem um passado podre por trás, ainda tem muito o que se mostrar na trama a respeito dos passados dos personagens e suas verdadeiras habilidades, mas minha atenção, nesse início, acabou aportando em Elizabeth. Ela não entra no clichê de garota bonitinha super-dependente do herói. Ela quer participar, ela quer lutar, ela quer ajudar. Quando ela vê que é incapaz, que não tem poder, ela fica frustrada e quer buscar meios de ser útil com o pouco que tem. Isso me fez gostar da personagem.
Sim, a relação entre eles lembra muito a de Goku e Bulma no começo, com o pequeno toque de que o Goku era inocente enquanto que Meliodas sabe apreciar a beleza feminina (rs).
Mas, como eu disse, eu queria um mangá de ação e aventura e Nanatsu no Taizai entrega isso de maneira muito divertida. A aventura está lá, clara, na missão de reencontrar os ex-companheiros e no monte de confusões que essa busca irá colocá-los; a ação é que as vezes falha nesse tipo de coisa, mas não é o caso aqui. Nós temos boas batalhas, sem muita enrolação, que são bem desenhadas e legais de se acompanhar. Muito disso acontece graças à criatividade na elaboração dos Cavaleiros Sagrados, das suas aparências às suas habilidades. Eu fico sempre ansioso para ver quando o próximo vai aparecer.
Apesar de tudo, é nesse ponto que faço minha primeira crítica ao mangá: ele tá “jogando fora” Cavaleiro demais sem dar nenhum peso a isso. O mangá está bem focado na busca principal e nisso ele está impecável. No entanto, quando se trata das lutas com os Cavaleiros, não há nenhum peso real dado a elas. Parece só uma luta no estilo “inimigo da semana”. Apareceu, lutou, acabou. Eu sinto falta de um background maior para as batalhas. Os Cavaleiros parecem sem importância. E sim, tem uns que não tem importância mesmo, mas dá pra ver que alguns eram para ter um maior destaque e não o tem.
Para mim, o autor deveria decidir seu foco. Se quer focar na busca, deixe os Cavaleiros Sagrados de lado um pouco. Apresente um aqui, um ali, dos mais simples mesmo, só pra lembrar que eles existem e, quando a busca acabar, aí sim foca neles. Do jeito que tá, o leitor acaba por não se importar com cada batalha e com cada vilão derrotado. Não fica a sensação de “foi só mais um zé mané que apareceu pelo caminho”.
Mas não fiquem com um pé atrás por causa disso. Eu é que sou chato (rs). O mangá não se torna menos divertido por causa disso. Afinal, como eu disse, a busca pelos ex-membros d’Os Sete Pecados capitais está interessante! Até o momento dois já entraram para a equipe e um terceiro já foi encontrado. Faltam três. Por sinal, vale dizer aqui que acho engraçado sempre que os personagens se mostram bem diferentes dos cartazes de “procura-se”. Sério, gargalho toda vez que a Elizabeth se mostra surpresa ao encontrar um novo, como na imagem acima.
Nanatsu no Taizai me pegou de jeito. Quando eu fui ver, já era fã e já estava encomendando o primeiro volume do mangá e botando o segundo pra pré-venda. É clara a influencia de One Piece na série, o que pode ter colaborado com o meu interesse nela. Porém, diferente de seu primo da Jump, Nanatsu no Taizai também não poupa na violência, mostrando cenas com bastante sangue, corpos perfurados, mutilados, etc, etc, etc… claro que não num tom tão pesado como um Berserk da vida, mas ainda assim, tá lá.
Uma história não tão original, afinal, pouco hoje em dia é realmente original, mas que nos motiva a acompanhá-la e isso é uma característica que eu respeito. Nanatsu no Taizai não tem medo de visitar os clichês dos shonen de batalha, mas o faz do seu jeito, competente, interessante. A série também tem sua pitada de humor, drama e por aí vai. Atendeu ao que eu buscava e hoje, como disse, é meu shonen preferido do momento (lembrando que eu sempre tiro o hour concour One Piece da disputa).
Porradaria honesta, aventura divertida de se acompanhar, boa arte e personagens com boa química entre si, pra melhorar, a série ainda está no começo. Deem uma chance e depois venham aqui me dizer se gostaram ou não. 


OBG :

FONTE:
 genkidama.com.br

Sobre R-15

Tudo a respeito de R-15 




Bom pessoal, eu ii kibun desu [sinto-me bem aqui], e espero que você também, afinal vamos para mais um texto AMERICASIADOS, e hoje vou falar de uma anime que me faz dar altas risadas que se chama, R-15, quer conhecer ele? Então vamos para a história que se passa nesse anime!

summer201112142
R-15 é um anime do gênero Ecchi/Harém[?] [Ecchi = animes com cenas pervertidas, mas sem sexo, só meninas "seminuas", linguagem meio obsceno,a maioria dos animes ecchi tem situações engraçadas e ao mesmo tempo constrangedoras para os personagens][Harém  =  É um gênero de anime e mangá que apresenta um personagem masculino ou feminino, que vive rodeado por várias personagens do sexo oposto. Normalmente, são comédias românticas, mas podem se tratar de outros tipos] com um toque extremamente sútil de comédia romântica, que tem seu protagonista principal o aluno da Academia Inspiração, Taketo, um gênio da literatura pornô. O pequeno detalhe é que o garoto tem apenas 15 anos, e mesmo assim, tem uma mente pervertida insuperável.
Essa Academia na qual ele estuda, é formada por "gênios" dos mais variados setores, indo de cientista a narrador. Infelizmente Taketo é incompreendido pela maioria das meninas da Academia, que o consideram como um "tarado". Digamos que as meninas tem toda a razão do mundo para pensar nisso, mas ele alega que apenas escreve um gênero que não é muito popular.
r-15-01-taketo-ritsu-romance
Esse anime realmente é muito bom, primeiro porque o cara é um gênio da literatura adulta que tem 15 anos que fala que a pornografia é um jeito de se expressar humano, e ele cita isso algumas razoáveis vezes,  e sem falar na abertura do anime com a música de todo o sentido falando “Amo quando estou excitada”, você pode pensar que é o pornô dos pornôs, porém, esse anime é muito engraçado, como eu já disse no início do texto, ou melhor, a citação de alguém que respondeu à pergunta sobre ecchi, muitas vezes é um anime divertido e que tem cenas de seminudismo, porém, muito engraçadas e constrangedoras para o personagem, assim garantindo altas risadas para que assiste, e olha que ele só tem 15 anos e é um gênio [o personagem principal], enfim o anime começa  com grande confusões de foguetes indo em direção a ele e é claro todo capitulo desse anime tem que ter uma palavra de duplo sentido que deixa o amigo de Taketo, o Ritsu um pouco “assanhado” e um pouco meio “cor de rosa ao colorido” se é que vocês me entendem! E ao todo, recomendo você deixa o preconceito de assistir uma coisa “quente” e assistir este anime que tem tudo para fazer você gargalhar, então até a próxima pessoal e assistam!


 OBG!!

FONTE:centralmbc.blogspot.com.br

Sobre Shimoneta

Tudo a respeito sobre shimoneta

 A essa altura do campeonato você já deveria estar assistindo Shimoneta. Não só por ele ser um anime de comédia bem engraçado, mas também, e eu diria até principalmente, pelo que está em seu subtexto: um tenebroso futuro distópico que deixaria Akira, Ghost in the Shell e similares intrigados.

[ATENÇÃO! Esteja avisado que teremos spoilers dos episódios 1 a 4 de Shimoneta nesse post! Prossiga por sua própria conta e risco.]
No Japão de Shimoneta palavras e imagens obscenas ou de baixo calão são terminantemente proibidas. Em um primeiro momento não há nenhum efeito negativo nisso, muito pelo contrário, o Japão acaba se tornando o país com a melhor “moralidade pública” do mundo. Porém, quando terminei de assistir o primeiro episódio, não me restava dúvida de que aquilo ali não havia sido construído só pela piada. Não tava tudo tão bem como aparentava.
Ayame, a protagonista desse anime junto a Tanukichi, deixa claro que o “terrorismo obsceno” de sua alterego, a terrorista Neve Azul, não tem como objetivo apenas criar o caos ou proporcionar diversão para ela vendo os “puritaninhos” ficando chocados com seu despudor e boca suja. Seu real objetivo é combater um problema bem mais grave e é ele que vemos se desenvolver nos episódios seguintes.
A “lei de moralidade”, proibindo as pessoas de falarem ou escreverem palavras como “merda”, “porra”, “xoxota”, “pau” – até mesmo os nomes cientificamente aceitos para os órgãos sexuais humanos, como vimos no episódio 2 – ou mesmo de verem pornografia ou imagens “ousadas” ou levemente “interessantes”, como garotas de biquíni, fez com que a juventude ficasse completamente ignorante quanto a sexualidade no geral. Ao ponto de um mínimo estímulo, como o acasalamento das moscas no final do primeiro episódio, faz com que um ginásio inteiro de estudantes tenha um orgasmo coletivo – e sem saber o que diabos estavam sentido, que fique claro.
Mas calma que a coisa não tá ruim o suficiente. Não só os jovens acabaram ficando sexualmente ignorantes, como tal ignorância se estende ao seu entendimento sobre o que é o amor, de fato.
No mundo da série, as pessoas foram obrigadas a usar PMs, uma espécie de gargantilha que, além de monitorar o que você fala, também monitora seus movimentos para alertar a polícia da moral caso você escreva, desenhe ou faça algo “imoral”. Pouco errado isso aí, né? Mas beleza… o que acontece é que, por causa disso, muito provavelmente os jovens que cresceram nessa sociedade pós-lei da moral nunca viram uma demonstração de afeto em público, muito menos dentro de casa – já que não importa onde você esteja, os PMs estão ligados. Assim sendo, eles não têm noção de como demonstrar seu amor por alguém.
Essa situação é bem ilustrada no episódio 3 quando ficamos sabendo do número crescente de stalkers que começaram a aparecer. Pelas palavras de Ayame, como as pessoas não sabem como expressar seu amor, acabam por stalkear as outras, as admirando ao longe e mandando cartinhas que para qualquer olhar são creepy pra caramba. Inclusive, Anna, a presidente do conselho estudantil, defensora da moral, filha da parlamentar que propôs a lei da moral e a quem nosso outro protagonista Tanukichi tem muito respeito desde criança, é uma das que está sendo alvo desses stalkers.
Para o espectador atento, aquele que sacou que Shimoneta não é só mais um animezinho divertido por aí, era questão de tempo para uma grande mierda aconceter. E para o espectador mais atento ainda, a melhor personagem para que essa mierda acontecesse com era, claro, a Anna. E não tardou. No episódio 4 temos o culminar de tudo que estava sendo construído desde o primeiro episódio. Temos a oportunidade de ver claramente o que espera o futuro daquela geração.
No decorrer do episódio 3, Ayame bola um plano para descobrir quem é o stalker de Anna. Quando o botam em prática, são surpreendidas por não só um, como vários stalkers que os atacam como retaliação. No meio da confusão, Tanukichi, após protege-las de um dos ataques, acaba caindo em cima de Anna e a beijando, para logo tomar uma pedrada na cabeça e apagar. A reação dela? Bem…
Achou estranho? Espera que piora. As consequências disso aparecem já no episódio 4.
Tanukichi acorda no hospital e descobre que Anna não veio lhe visitar. Pior, descobre que ela está sendo estranhamente fria com ele. Decepcionado por ter afastado a pessoa pela qual ele tem tanto respeito, Tanukichi descobre que agora é ele quem tem um stalker. Ayame decide usar isso como inspiração para a pequena artista Otome, uma colega recém recrutada para a SOX, a organização “terrorista” dela, produzir artes mais “ousadas” em prol da causa. O plano é atrair o stalker para a casa de Tanukichi no meio da noite enquanto Otome está escondida observando e desenhando.
Para a surpresa de todos, menos para a do espectador sagaz que sabia que a mierda estava feita, quem surge é nada mais nada menos que a própria Anna, completamente fora de si, sem saber como reagir com o que está sentindo e regressando aos seus instintos mais primitivos, literalmente pingando no meio das pernas… tudo por causa de um beijo acidental. Ela entra na casa de Tanukichi, o amarra e o ataca, lambendo e beijando todo seu corpo. Ambos completamente nus. Um “quase-estupro” se não fosse o fato dela simplesmente não saber como sexo funciona e se Ayame não tivesse entrado na casa para ver o que estava acontecendo.
Para piorar ainda mais a situação, se é que é possível, Anna revela ao final do episódio, ao falar com uma outra personagem, que não acha que o que fez tenha sido nem um pouco errado. Para ela, sua atitude e reação foram puras e justas para com quem ela julga “amar” em sua ignorância. De todas as pessoas que estão sendo “protegidas”, Anna é provavelmente a mais, em virtude de sua circunstância familiar. Assim sendo, tendo seu provável primeiro contato mais íntimo, a menina simplesmente despirocou.
Nesse momento até o espectador mais desatento já percebeu que o grande cerne deShimoneta roda em torno da ignorância gerada por uma leva de indivíduos super-protetores que acreditavam estar tentando corrigir a moral japonesa impondo um controle que teve implicações das quais, eu acredito, eles não contavam com e nem estão cientes de. Os paralelos que conseguimos traçar com o mundo real são inúmeros, mas sem dúvida a crítica às recentes iniciativas do governo japonês de coibir material “sensível” em animes e mangás está no centro dele, juntamente com o taboo exagerado em torno da sexualidade humana.
Shimoneta veio para reafirmar que, muitas vezes, a melhor maneira de se criticar algo, é tornar aquilo uma piada. Fazer comédia em cima de um assunto delicado não é algo novo, mas que sem dúvida está sendo muito bem feito aqui. Você se vê com pena dos personagens que estão naquela situação e querendo que o SOX tenha sucesso em mostrar para o mundo que o que está acontecendo ali não é nem um pouco saudável.
Como essa história vai terminar, eu não sei, mas seu começo foi surpreendentemente bom e estou extremamente ansioso para saber o que vem em seguida. Ainda mais após a revelação do final do 4º episódio, onde a mãe de Anna revela o próximo passo da “lei de moralidade” arriscando deixar a situação que já estava ruim ainda pior. Será que eles só vão perceber o mal que estão fazendo quando já não tiver mais volta ou será que o SOX vai conseguir ter sucesso em sua empreitada? Parabéns, Shimoneta. Você conquistou minha atenção e provável posto de grande surpresa do ano até agora. Só não deixe a peteca cair daqui até o final.


OBG:

FONTE: genkidama.com.br